“Essa música é minha ode ao Kid Abelha, é extremamente importante pra mim”. É assim que o cantor e compositor DIMAS descreve a relevância de seu mais novo single, “Cinema Tropical”, que chega a todas as plataformas digitais no próximo dia 13 de agosto. A faixa marca um divisor de águas em sua carreira e inaugura oficialmente os caminhos de seu aguardado álbum de estúdio, intitulado “baby blue”.
Inspirada na estética pop dos anos 80 e na essência da música popular brasileira, a composição autoral do artista promete entregar uma experiência sensível e visual, utilizando cenários urbanos e memórias afetivas para abordar a intensidade e a volatilidade dos relacionamentos contemporâneos.
Nascida a partir de vivências pessoais na capital paulista, a canção transforma o lirismo das paixões e as marcas de desilusões recentes em uma narrativa envolvente. Para o artista, a expectativa em torno do novo som está ligada ao desejo de se conectar verdadeiramente com o público: “Muito animado para esse lançamento. Marca uma nova fase de mais autenticidade e trânsito para mostrar meu potencial dentro da música popular brasileira”, celebra DIMAS.
Produzida ao lado de Lucas Marmitt, Jards e Victor Kroner, a faixa funciona como um cartão de visitas de “baby blue”, apresentando a transição do artista para a MPB com arranjos marcantes e uma atmosfera nostálgica.
O lançamento no dia 13 de agosto virá acompanhado também de um videoclipe gravado em São Paulo e dirigido por Pedro Campana, traduzindo em imagens a carga dramática, apaixonada e sinestésica que moldou a criação da música.
Sobre o artista:
Influenciado por cantoras como Rita Lee, Paula Toller, Marisa Monte, Marina Lima e Fernanda Abreu, o paulista DIMAS começou a cantar aos 10 anos. Afastou-se da música por um tempo, mas retornou em 2020 e decidiu começar a produzir suas próprias canções. Seu trabalho mais recente é o bem-recebido “inferno de verão” (2025), lançado pela Universal Music Group.
Neste segundo semestre de 2026, o artista inicia os trabalhos de seu novo disco em uma migração definitiva do pop alternativo para a MPB, uma aproximação mais fiel às suas influências musicais e à sua vontade íntima de contribuir para a cultura brasileira.

